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Morre Joseph Wiseman 24/10/2009

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Cena do filme "007 contra o Satânico Dr. No" (1962)

Faleceu no dia 19 de outubro o ator Joseph Wiseman.

Nascido em Montreal, no Canadá, mudou-se para os EUA na infância. Começou a carreira de ator trabalhando em peças da Broadway no fim da década de 30.

Seu trabalho mais conhecido foi como o vilão do primeiro filme do agente secreto britânico James Bond, “007 contra o Satânico Dr. No”, em 1962, estrelado por Sean Connery. Seu personagem, o Dr. Julius No possuia uma prótese que lembrava um gancho no lugar de uma das mãos, dando-lhe grande força.

Outros trabalhos importantes no cinema foram nos filmes “Chaga de Fogo” (Detective Story – 1951),  “Viva Zapata!” (1952), “Quando o Strip-tease Começou” (The Night They Raided Minsky’s – 1968) e “Os Desalmados” (The Betsy – 1978).

Cena da peça "I Can't Remember Anything", em 1997

Wiseman também trabalhou ativamente na tv. Fez participações em episódios das séries “Os Intocáveis”, “Além da Imaginação”, “A Caravana”, “Galeria do Terror”, “McCloud”, “O F.B.I.”, “O Mágico”, “São Francisco Urgente”, “Buck Rogers”, “Magnum”, “Esquadrão Classe A”, “Macgyver – Profissão Perigo”, “Nos Bastidores da Lei” e “Lei e Ordem”, sendo neste seu último trabalho, em 1996. Entre 1986 e 1988, fez um papel semi-regular na série “Histórias do Crime”, interpretando Manny Weisbord.

Teve uma extensa carreira no teatro, que continuou mesmo após abondonar o cinema e a televisão. Em 1997 estreou a peça “I Can’t Remember Anything”. Seu mais recente trabalho foi em “Julgamento em Nuremberg”, em 2001.

Faleceu aos 91 anos de idade, poucos meses após sua esposa, a coreógrafa Pearl Lang, com quem foi casado por mais de 40 anos.

Fonte: Revista Tv Séries

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Morre Vic Mizzy, compositor do tema de “A Família Addams” 24/10/2009

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No dia 17 de outubro, faleceu o compositor e letrista Vic Mizzy.

Nascido no Brooklyn, em Nova York, iniciou sua carreira no rádioe no circuito vaudeville. Serviu o exército americano na Segunda Guerra Mundial.

Após a guerra, compôs músicas gravadas por nomes como Dean Martin, Doris Day, Perry Como e Billy Holiday.

Chegou à tv na década de 60. Compôs temas e trilhas de séries e pilotos. Entre seus temas mais conhecidos estão os dos seriados “Fazendeiros do Asfalto” (Green Acres) e “A Família Addams”. Este último se tornou mundialmente conhecida, sendo inesquecível os dois estalares de dedos.

Vic Mizzy faleceu em sua casa, em Bel-Air, Los Angeles, Califórnia, aos 93 anos.

Fonte: Revista Tv Séries.

Focus Filmes lança National Kid em dvd 16/10/2009

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A Focus Filmes lançará a clássica série de tv japonesa National Kid em dvd a partir de dezembro.

Esta não será a primeira vez que o programa sai no formato no Brasil. Há quase 10 anos a Cinemagia lançou alguns dos episódios em dois boxes com pequena tiragem, além de alto preço, tendo se tornado item raro entre os colecionadores.

National Kid foi produzido pela Toei Company e exibido pelo canal NET (atual TV Asahi), tendo sido desenvolvido pelo artista de mangás Daiji Kazumine (também criador de Spectreman) para servir de propaganda da companhia de eletroeletrônicos National Eletronics Inc. (atual Panasonic).

Exibido no Japão entre 1960 e 1961, chegou ao Brasil em 1964, com exibição pela Rede Record.

National Kid conta com 39 episódios em preto-e-branco, divididos em 5 sagas. A Focus lançará a série em dois volumes, com 20 e 19 episódios respectivamente.

O primeiro box sairá em 9 de dezembro, tendo 4 discos. Estes, assim como os recentes lançamentos de Jaspion, Changeman e Jiraya; serão também disponibilizados separadamente.

O segundo box sairá em 2010.

A dublagem disponibilizada será a dos anos 90, da Emerson Camargo/SP, feita quando do lançamento da série em VHS e ouvida nas reprises exibidas desde então. A dublagem original, da AIC/SP, mas não existe mais, pois foi perdida em um incêndio na Record nos anos 70.

Ainda não há informações sobre o preço, embalagem ou presença de extras.

Os episódios serão (cada um é, na verdade, composto por vários episódios):

Contra Os Incas Venusianos e O Retorno dos incas Venuzianos:
Seres de orelhas ponteagudas, vestidos em um traje com a letra Z estampada na camisa, eram comandados pela imperatriz Aura. A característica marcante era a sua saudação: “Awika”, com os braços cruzados;

Contra Os Seres Abissais e a A Revolta dos Seres Abissais:
Governados por Nelkon, o demônio do Reino Abissal, andavam a bordo do submarino-monstro cujo nome era Celacanto, ou Guilton. Quando este balançava as barbatanas, provocava um terremoto, daí a famosa frase: “Celacanto provoca maremoto“;

Contra O Império Subterrâneo e Vingança do império Subterrâneo:
Os seres subterrâneos, comandados por Helltar e Hana se associam ao professor Kuroiva, para obter a fórmula do elemento Cobálcio, que traria poderes aos possuintes;

O Mistério do Garoto Espacial:
Tarô, o garoto espacial, cai por engano na Terra. Em seguida, é feito prisioneiro pelas autoridades terráqueas. O pai de Tarô, irado, ameaça destruir a Terra por causa de seu filho.

Lembrando… Na Mira do Tira 13/10/2009

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Em uma época em que os filmes policiais e de ação eram os mais populares do cinema, surgiu um seriado para fazer de tudo isso uma piada. “Na Mira do Tira” (Sledge Hammer!) era uma clara sátira de um dos maiores sucessos do gênero, a série cinematográfica Dirty Harry, estrelada por Clint Eastwood.

O inspetor Sledge Hammer (David Rasche), do Departamento de Polícia de São Francisco, era simplesmente maluco. Andando para todo com sua Magnum 44, que fazia questão de usar sempre, além de tratá-la como uma pessoa, Hammer tinha como bordão a frase “Confie em mim. Eu sei o que estou fazendo.”

Logo no episódio-piloto o inspetor ganhou uma parceira, a competente, inteligente e sofisticada detetive Dori Doreau (Anne-Marie Martin). Além de se conhecer o seu chefe, o capitão Trunk (Harrison Page), que odeia Hammer, gritando sempre seu nome.

O humor nonsense de “Na Mira do Tira” estava sempre presente, seja no adesivo no carro de Hammer, escrito “I ♥ Violence” (Eu amo violência); seja no comportamento sádico do policial. Entretanto, as tradicionais risadas de fundo não eram incluídas nos episódios, algo que naquela época era incomum. Mas foi assim que conseguiu conquistar o público.

Apesar disso, o horário em que a ABC colocou “Na Mira do Tira” não ajudou. Concorria com dois grandes sucessos: “Miami Vice” na NBC e “Dallas” na CBS. Ao fim da primeira temporada o canal já tinha praticamente decidido cancelar a série. Entretanto o último episódio acabou tendo uma boa audiência, fazendo a ABC repensar.

Assim, “Na Mira do Tira” acabou renovado para uma segunda temporada e em um novo horário. Entretanto a concorrência não ajudou, batendo de frente com “The Cosby Show”. Ao fim da segunda temporada, a série acabou sendo cancelada.

No total foram 41 episódios, em duas temporadas, exibidas entre 1986 e 1988.

No Brasil, “Na Mira do Tira” foi exibido pela Rede Globo, no fim dos anos 80.

Nos EUA a distribuidora independente Anchor Bay Entertainment lançou as duas temporadas em dvd. Enquanto isso, no Brasil, a série permanece inédita no formato.

Curiosidades

– Quando o episódio-piloto ficou pronto, foi lançada a canção “Sledgehammer”, por Peter Gabriel. A ABC resolveu então aproveitar o sucesso da música e a utilizou nos comerciais de estreia do programa.

– O tema de abertura da série foi composto por Danny Elfman, que posteriormente foi indicado a 4 Oscars e ganhou um Grammy. Além disso é o compositor do tema da série de animação “Os Simpsons”.

– Sledge Hammer é divorciado e com isso, em vários episódios, faz piadas sobre sua ex-mulher. No último episódio da série ela aparece, sendo interpretada por Heather Lupton, esposa de David Rasche.

– Fizeram participações na série os atores Bill Bixby (o Dr. David Banner em “O Incrível Hulk”), Conchata Ferrell (a faxineira Berta em “Two and a Half Men”), Davy Jones (da banda e da série “Os Monkees”), Patrick Wayne (filho de John Wayne), Lewis Arquette (pai dos atores Patricia, Alexis, Rosanna, David e Richmond Arquette), entre outros.

Lembrando… Histórias do Crime 13/10/2009

Posted by spockhur in Artigo.
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“História do Crime” (Crime Story) foi uma série à frente de seu tempo. A violência e o tom dramático são muito mais compatíveis com o que estamos acostumados a assistir hoje na tv. Se compararmos com outras produções do gênero do mesmo período, como por exemplo “Miami Vice”, podemos perceber que esses elementos estão presentes em uma quantidade maior do que o padrão da época.

Apesar disso tudo, “Histórias do Crime” conseguiu, com seu estilo novela e sua carga dramática, prender a atenção do público dos anos 80 e, continua a fazer o mesmo hoje.

O enredo se passava na Chicago dos anos 60, quando a violência nas ruas ainda reinava, com remanescências da máfia. O tenente Mike Torello (Dennis Farina), chefe de uma equipe especial de combate ao crime organizado, tem como alvo o mafioso Ray Luca (Anthony Denison). E para pegá-lo, Torello fará de tudo, o que faz com que seu comportamento muitas vezes se pareça com os de um criminoso.

O episódio-piloto da série, com duas horas de duração, foi exibido em 18 de setembro de 1986, logo após “Miami Vice”, na NBC. Os índices de audiência foram altíssimos e o canal logo resolveu colocar “Histórias do Crime” para enfrentar um dos maiores sucessos da época, “A Gata e o Rato”. Assim, a audiência foi declinando continuamente, enquanto a do seriado concorrente só aumentava.

Apesar da intensa propaganda e das mudanças de horário, ao fim da 2ª temporada, a série acabou sendo cancelada.

Muitos críticos e especialistas acreditam que “Histórias do Crime” influenciou diretamente séries recentes como “24 Horas” e “Família Soprano”, seja no estilo de violência retratada ou no arco contínuo de histórias.

O diretor Martin Scorcese também se inspirou no seriado para a produção de seu filme “Cassino”, de 1995.

Nos EUA a série teve as duas temporadas lançadas em dvd pela distribuidora independente Anchor Bay Entertainment. Enquanto isso, no Brasil, a série permanece inédita no formato.

Curiosidades

– O ator Dennis Farina e o co-criador da série, Chuck Adamson, fizeram parte do Departamento de Polícia de Chicago.

– O produtor-executivo da série, Michael Mann, também era na época responsável pela produção de “Miami Vice”.

– O tema da série, ouvido na abertura e no encerramento, é a canção “Runaway”, de Del Shannon (1934-1990), lançada em 1961. Para “Histórias do Crime”, Shannon gravou uma nova versão da música.

– O ator Dennis Farina voltou a trabalhar em uma série policial anos depois, em “Lei e Ordem”, na qual atuou como o detetive Joe Fontana entre 2004 e 2006.

– John Santucci, que interpretou o arrombador Pauli Taglia na série, foi anteriormente um ladrão de jóias na vida real.

– Entre os atores que fizeram participações especiais na série estão David Caruso, Julia Roberts, Kevin Spacey, Gary Sinise, Paul Guilfoyle, Stanley Tucci, David Hyde Pierce e o cantor Miles Davis.

Lembrando… Os Invasores 13/10/2009

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Nos anos 60, o gênero ficção científica estava em seu auge na televisão. Na época, a corrida espacial estava a toda, o que culminaria com a chegada do homem à Lua em 1969.

Mas, até aquele ponto, o estilo mistério, em ritmo de novela, com uma história contínua, não era comum no gênero.

Foi então que, em 10 de janeiro de 1967, estreava na ABC uma série inovadora: “Os Invasores” (The Invaders).

Criada por Larry Cohen, baseada, entre várias produções, em duas séries de sua criação; e produzida por Quinn Martin, responsável por seriados como “O Fugitivo”, “São Francisco Urgente”, “Cannon” e “Barnaby Jones”; “Os Invasores” tinha um enredo surpreendente, assim como explica a narração de abertura:

“Como começa um pesadelo? Para David Vincent, um arquiteto que voltava para casa de uma viagem de negócios, o pesadelo começou alguns minutos depois das 4h, em uma madrugada de terça-feira. Ele procurava um atalho que nunca foi encontrado. Tudo começou com um cartaz de boas-vindas e a esperança de tomar um café. Tudo começou com um bar fechado e deserto e um homem cansado demais para poder continuar uma viagem. Nas próximas semanas, David Vincent voltará ao lugar onde tudo começou”.

Ao parar para alguns mitutos de sono, o arquiteto David Vincent (Roy Thinnes) acaba vendo o pouso de uma nave alienígena. Sai desesperadamente do local em direção à delagacia de polícia. Mas ninguém acredita em seu testemunho. A partir daquele  momento, David, um homem bem-sucedido e respeitado, terá um único objetivo em sua vida: provar para o mundo a ocorrência invasão alienígena, tentando evitá-la.

Os seres extraterrestres assumem a forma humana, mas possuem diferenciações: não respiram, não têm pulsação, batidas cardíacas ou sangue, além de alguns apresentarem um deformação no quarto dedo da mão, devido a um erro no processo de mutação.

Auxiliada por uma excelente e assustadora trilha sonora composta por Dominic Frontiere, a série “Os Invasores” teve um relativo sucesso quando de sua exibição. Entretanto, foi encerrada em sua segunda temporada, em 26 de março de 1968, após 43 episódios.

O status de cult veio ao longo das décadas seguintes. Conquistou um novo público ao servir de inspiração para Chris Carter em “Arquivo X”, série de ficção científica que também utilizou de mistérios e enigmas, juntos de uma trama de teorias conspiratórias.

No Brasil, “Os Invasores” foi exibido na TV Record e na Bandeirantes nas décadas de 70 e 80. Em 1995 chegou a ser reprisada no extinto canal pago Teleuno. O TCM voltou a reprisar a série a partir do primeiro fim de semana de outubro, mas com áudio original e legendas em português.

A dublagem original brasileira foi realizada pela TV Cine-Som/RJ.

Nos EUA as duas temporadas já foram lançadas em dvd, tendo saído pela Paramount/ CBS Home Entertainment. Enquanto isso, no Brasil, ainda não recebemos a série em dvd.

Curiosidades

– A narração da série, no áudio original em inglês, foi feita pelo ator William Conrad (1920-1994), que estrelou as séries “Cannon” e “Jack e McCabe”.

– Atuaram em episódios da série como atores convidados Roddy McDowall, Suzanne Pleschette, Jack Lord (o detetive Steve McGarrett em “Havaí 5-0”), Burgess Meredith (o Pinguim de “Batman”), Michael Rennie (o Colecionador de “Perdidos no Espaço”), Gene Hackman e Edward Asner, entre outros.

– Em 1995 foi produzida um minissérie baseada na série, também entitulada “The Invaders”. O programa foi estrelado por Scott Bakula, que também estrelou as séries de ficção científica “Contratempos” e “Jornada nas Estrelas: Enterprise”. Roy Thinnes apareceu novamente como David Vincent.

– Após o fim de “Os Invasores”, Roy Thinnes atuou em várias produções no cinema e, principalmente na tv. Entre as participações em séries estão “O Barco do Amor”, “O Homem que Veio do Céu”, “Assassinato por Escrito”, “Galera do Barulho”, “Chuck Norris é a Lei”, “Lei & Ordem”, “Arquivo X”, “Oz” e “Law & Order – Special Victims Unit”.

Warner lança Coleção Snoopy e Charlie Brown 03/10/2009

Posted by spockhur in Lançamentos em DVD.
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A Warner lançará no dia 5/11 a coleção “Snoopy e Charlie Brown”.

A caixa trará 3 especiais de “A Turma do Charlie Brown”:

– “Charlie Brown e a Grande Abóbora” (It’s a Great Pumpkin – 1966);

– “O Dia de Ação de Graças” (A Charlie Brown Thanksgiving – 1973);

– “O Natal de Charlie Brown” (A Charlie Brown Christmas – 1965).

Este box, que trará 3 discos e custará R$79,90, corresponde a uma caixa que reúne especiais de datas festivas chamado “Peanuts Holiday Collection”, que trazem apenas estes 3 especiais e lançado em 2008.

Curiosamente, este ano a Warner lançou nos EUA dois boxes com os especiais de A Turma do Charlie Brown produzidos nas décadas de 1960 e 1970 (incluindo estes), e que trazem áudio e legendas em português. Por enquanto estes não serão lançados por aqui.

Ainda mais curiosamente, nos EUA o especial “O Natal de Charlie Brown”, incluso nesse box, já foi lançado em Blu-ray.

Ainda não há confirmação sobre a presença de extras, mas a edição norte-americana trazia os especiais “It’s Magic, Charlie Brown” (1981), “The Mayflower Voyagers” (originalmente parte integrante da minissérie “This is America, Charlie Brown”, exibida entre 1988 e 1989), “It’s Christmastime Again, Charlie Brown” (1992) e três pequenos documentários sobre os bastidores da produção dos especiais.

Imagens da edição norte-americana: